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O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central anunciou nesta quarta-feira (28) a manutenção da Taxa Selic em 15% ao ano, após a primeira reunião de 2026. Essa é a quinta vez consecutiva que a taxa permanece no mesmo patamar e já era uma decisão esperada por especialistas de mercado.
O calendário de reuniões do Copom prevê mais sete reuniões ao longo do ano. O próximo encontro acontece no mês de março e a expectativa é de que um ciclo de cortes se inicie a partir dele. De acordo com o Relatório Focus, a projeção para a taxa ao final de 2026 é de 12,25% a.a.
Em nota, o órgão afirmou que “O Comitê antevê, em se confirmando o cenário esperado, iniciar a flexibilização da política monetária em sua próxima reunião, porém reforça que manterá a restrição adequada para assegurar a convergência da inflação à meta. O compromisso com a meta impõe serenidade quanto ao ritmo e à magnitude do ciclo, que dependerão da evolução de fatores que permitam maior confiança no atingimento da meta para a inflação no horizonte relevante para a condução da política monetária.”
A próxima reunião do Copom acontece em 17 e 18 de março.
Confira abaixo o calendário de reuniões de 2026
- 27 e 28 de janeiro
- 17 e 18 de março
- 28 e 29 de abril
- 16 e 17 junho
- 4 e 5 de agosto
- 15 e 16 de setembro
- 3 e 4 de novembro
- 8 e 9 de dezembro
Histórico recente da taxa Selic
Veja no gráfico a seguir o histórico da taxa Selic nas últimas reuniões.

Cenário da Taxa Selic e os Personal Bankers
Mesmo com a manutenção da Selic em 15% na primeira reunião de 2026, a análise de Felipe Giroleti, Vice-Presidente de Produtos e Parcerias da Franq, aponta para um cenário prático mais otimista. O executivo observa que o mercado não esperou a oficialização do Banco Central: diversas instituições financeiras já iniciaram um movimento de corte de juros em suas linhas de crédito.
Giroleti destaca que essa redução é visível inclusive em produtos de longo prazo e alta sensibilidade, como o crédito imobiliário. As taxas de mercado que antes orbitavam a casa dos 13% ao ano já passaram por ajustes recentes, aproximando-se agora de 12%. Essa antecipação reflete a confiança de que o ciclo de cortes da Selic deve começar ainda neste primeiro trimestre, gerando uma janela de oportunidade imediata para impulsionar negócios.
Diante dessa nova realidade de taxas mais atrativas na ponta final, Giroleti reforça que o papel do bancário autônomo torna-se estratégico. É o momento de estar ao lado do cliente para ajudá-lo a visualizar esse cenário favorável e priorizar projetos que, com as novas taxas praticadas pelos bancos, tornaram-se viáveis novamente.
Veja aqui o calendário de reuniões do Copom em 2026.
Nota do Copom
“O ambiente externo ainda se mantém incerto em função da conjuntura e da política econômica nos Estados Unidos, com reflexos nas condições financeiras globais. Tal cenário exige cautela por parte de países emergentes em ambiente marcado por tensão geopolítica.
Em relação ao cenário doméstico, o conjunto dos indicadores segue apresentando, conforme esperado, trajetória de moderação no crescimento da atividade econômica, enquanto o mercado de trabalho ainda mostra sinais de resiliência. Nas divulgações mais recentes, a inflação cheia e as medidas subjacentes seguiram apresentando arrefecimento, mas mantiveram-se acima da meta para a inflação.
As expectativas de inflação para 2026 e 2027 apuradas pela pesquisa Focus permanecem em valores acima da meta, situando-se em 4,0% e 3,8%, respectivamente. A projeção de inflação do Copom para o terceiro trimestre de 2027, atual horizonte relevante de política monetária, situa-se em 3,2 % no cenário de referência (Tabela 1).
Os riscos para a inflação, tanto de alta quanto de baixa, seguem mais elevados do que o usual. Entre os riscos de alta para o cenário inflacionário e as expectativas de inflação, destacam-se (i) uma desancoragem das expectativas de inflação por período mais prolongado; (ii) uma maior resiliência na inflação de serviços do que a projetada em função de um hiato do produto mais positivo; e (iii) uma conjunção de políticas econômicas externa e interna que tenham impacto inflacionário maior que o esperado, por exemplo, por meio de uma taxa de câmbio persistentemente mais depreciada. Entre os riscos de baixa, ressaltam-se (i) uma eventual desaceleração da atividade econômica doméstica mais acentuada do que a projetada, tendo impactos sobre o cenário de inflação; (ii) uma desaceleração global mais pronunciada decorrente do choque de comércio e de um cenário de maior incerteza; e (iii) uma redução nos preços das commodities com efeitos desinflacionários.
O Comitê segue acompanhando os impactos do contexto geopolítico na inflação brasileira, e como os desenvolvimentos da política fiscal doméstica impactam a política monetária e os ativos financeiros, reforçando a postura de cautela em cenário de maior incerteza. O cenário segue sendo marcado por expectativas desancoradas, projeções de inflação elevadas, resiliência na atividade econômica e pressões no mercado de trabalho.
O Copom decidiu manter a taxa básica de juros em 15,00% a.a., e entende que essa decisão é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante. Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego.
O cenário atual, marcado por elevada incerteza, exige cautela na condução da política monetária. O Comitê avalia que a estratégia em curso tem se mostrado adequada para assegurar a convergência da inflação à meta. Em ambiente de inflação menor e transmissão da política monetária mais evidentes, a estratégia envolve calibração do nível de juros. O Comitê antevê, em se confirmando o cenário esperado, iniciar a flexibilização da política monetária em sua próxima reunião, porém reforça que manterá a restrição adequada para assegurar a convergência da inflação à meta. O compromisso com a meta impõe serenidade quanto ao ritmo e à magnitude do ciclo, que dependerão da evolução de fatores que permitam maior confiança no atingimento da meta para a inflação no horizonte relevante para a condução da política monetária.
Votaram por essa decisão os seguintes membros do Comitê: Gabriel Muricca Galípolo (presidente), Ailton de Aquino Santos, Gilneu Francisco Astolfi Vivan, Izabela Moreira Correa, Nilton José Schneider David, Paulo Picchetti e Rodrigo Alves Teixeira.”

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central anunciou uma nova manutenção da taxa Selic em 15% ao ano. A decisão foi comunicada nesta quarta-feira, 10 de dezembro, após a última reunião do órgão para decidir o patamar da taxa básica de juros.
A decisão mantém o nível da taxa Selic pela quarta reunião consecutiva e cumpre as projeções de especialistas de mercado. A expectativa é de que um ciclo de quedas comece no primeiro trimestre de 2026.
A próxima reunião do Copom acontece em 27 e 28 de janeiro.
Histórico recente da taxa Selic
Confira no gráfico o histórico da taxa Selic nos últimos anos.

Cenário da Taxa Selic e os Personal Bankers
Para Felipe Giroleti, Vice-Presidente de Produtos e Parcerias da Franq, apesar da nova manutenção da taxa no patamar de 15%, o cenário agora é otimista para o próximo ano, considerando a expectativa de cortes ainda no primeiro trimestre.
“Já temos visto junto aos nossos parceiros alguns movimentos, como ajustes de taxa e redução, inclusive em produtos mais sensíveis, como crédito imobiliário, por exemplo. Por trás disso, existe uma confiança de que o ciclo de cortes deve começar em breve”, explica. “Tínhamos taxas mais próximas dos 13% ao ano e agora sendo alteradas para mais próximo dos 12% ao ano. Isso é uma grande novidade para impulsionar os negócios”, completa.
Giroleti também ressalta a importância do bancário autônomo estar perto do cliente para auxiliar na visualização do cenário, independentemente do contexto de mercado. “O Personal Banker próximo ao cliente e ajudando a priorizar os projetos essenciais do momento desempenha um papel fundamental”.
Veja aqui o calendário de reuniões do Copom em 2026.
Nota do Copom
“O ambiente externo ainda se mantém incerto em função da conjuntura e da política econômica nos Estados Unidos, com reflexos nas condições financeiras globais. Tal cenário exige cautela por parte de países emergentes em ambiente marcado por tensão geopolítica.
Em relação ao cenário doméstico, o conjunto dos indicadores segue apresentando, conforme esperado, trajetória de moderação no crescimento da atividade econômica, como observado na última divulgação do PIB, enquanto o mercado de trabalho mostra resiliência. Nas divulgações mais recentes, a inflação cheia e as medidas subjacentes seguiram apresentando algum arrefecimento, mas mantiveram-se acima da meta para a inflação.
As expectativas de inflação para 2025 e 2026 apuradas pela pesquisa Focus permanecem em valores acima da meta, situando-se em 4,4% e 4,2%, respectivamente. A projeção de inflação do Copom para o segundo trimestre de 2027, atual horizonte relevante de política monetária, situa-se em 3,2% no cenário de referência (Tabela 1).
Os riscos para a inflação, tanto de alta quanto de baixa, seguem mais elevados do que o usual. Entre os riscos de alta para o cenário inflacionário e as expectativas de inflação, destacam-se (i) uma desancoragem das expectativas de inflação por período mais prolongado; (ii) uma maior resiliência na inflação de serviços do que a projetada em função de um hiato do produto mais positivo; e (iii) uma conjunção de políticas econômicas externa e interna que tenham impacto inflacionário maior que o esperado, por exemplo, por meio de uma taxa de câmbio persistentemente mais depreciada. Entre os riscos de baixa, ressaltam-se (i) uma eventual desaceleração da atividade econômica doméstica mais acentuada do que a projetada, tendo impactos sobre o cenário de inflação; (ii) uma desaceleração global mais pronunciada decorrente do choque de comércio e de um cenário de maior incerteza; e (iii) uma redução nos preços das commodities com efeitos desinflacionários.
O Comitê segue acompanhando os anúncios referentes à imposição de tarifas comerciais pelos EUA ao Brasil, e como os desenvolvimentos da política fiscal doméstica impactam a política monetária e os ativos financeiros, reforçando a postura de cautela em cenário de maior incerteza. O cenário segue sendo marcado por expectativas desancoradas, projeções de inflação elevadas, resiliência na atividade econômica e pressões no mercado de trabalho. Para assegurar a convergência da inflação à meta em ambiente de expectativas desancoradas, exige-se uma política monetária em patamar significativamente contracionista por período bastante prolongado.
O Copom decidiu manter a taxa básica de juros em 15,00% a.a., e entende que essa decisão é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante. Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego.
O cenário atual, marcado por elevada incerteza, exige cautela na condução da política monetária. O Comitê avalia que a estratégia em curso, de manutenção do nível corrente da taxa de juros por período bastante prolongado, é adequada para assegurar a convergência da inflação à meta. O Comitê enfatiza que seguirá vigilante, que os passos futuros da política monetária poderão ser ajustados e que, como usual, não hesitará em retomar o ciclo de ajuste caso julgue apropriado.
Votaram por essa decisão os seguintes membros do Comitê: Gabriel Muricca Galípolo (presidente), Ailton de Aquino Santos, Diogo Abry Guillen, Gilneu Francisco Astolfi Vivan, Izabela Moreira Correa, Nilton José Schneider David, Paulo Picchetti, Renato Dias de Brito Gomes e Rodrigo Alves Teixeira.”

Após novo encontro encerrado nesta quarta-feira (05), o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central anunciou a manutenção da taxa Selic em 15% ao ano. A decisão conserva a taxa básica de juros no mesmo patamar pela terceira reunião consecutiva.
Em nota, o Copom indica que “ambiente externo ainda se mantém incerto em função da conjuntura e da política econômica nos Estados Unidos” e cita crescimento moderado da atividade econômica interna como contexto da decisão.
O movimento já era previsto por especialistas de mercado e a previsão é de que haja um ciclo de cortes da Selic a partir de 2026. O Copom tem ainda uma última reunião prevista para dezembro.
Histórico recente da taxa Selic
Veja no gráfico a seguir o histórico da taxa Selic nas últimas 16 reuniões do Copom.

Selic e o cenário para os bancários autônomos
O momento coloca os bancários autônomos em um lugar estratégico dentro do panorama. Considerando um patamar ainda elevado da taxa, os profissionais têm impacto relevante no momento da decisão de tomada de crédito dos clientes.
“O mercado reage bem à previsibilidade, principalmente nos setores de crédito e consumo. Isso abre espaço para que profissionais preparados aproveitem o momento para orientar com ainda mais assertividade”, afirma Felipe Giroleti, Vice-presidente de Produtos e Parcerias da Franq.
“Em um momento de juros elevados e cautela no mercado, o Personal Banker tem uma grande oportunidade de se destacar como referência. É ele quem está na linha de frente, ajudando o cliente a entender o cenário, comparar alternativas e tomar decisões financeiras mais seguras”, complementa.
A próxima reunião do Copom está prevista para os dias 09 e 10 de dezembro.
Nota do Copom
O ambiente externo ainda se mantém incerto em função da conjuntura e da política econômica nos Estados Unidos, com reflexos nas condições financeiras globais. Tal cenário exige particular cautela por parte de países emergentes em ambiente marcado por tensão geopolítica.
Em relação ao cenário doméstico, o conjunto dos indicadores segue apresentando, conforme esperado, trajetória de moderação no crescimento da atividade econômica, mas o mercado de trabalho ainda mostra dinamismo. Nas divulgações mais recentes, a inflação cheia e as medidas subjacentes apresentaram algum arrefecimento, mas mantiveram-se acima da meta para a inflação.
As expectativas de inflação para 2025 e 2026 apuradas pela pesquisa Focus permanecem em valores acima da meta, situando-se em 4,5% e 4,2%, respectivamente. A projeção de inflação do Copom para o segundo trimestre de 2027, atual horizonte relevante de política monetária, situa-se em 3,3% no cenário de referência (Tabela 1).
Os riscos para a inflação, tanto de alta quanto de baixa, seguem mais elevados do que o usual. Entre os riscos de alta para o cenário inflacionário e as expectativas de inflação, destacam-se (i) uma desancoragem das expectativas de inflação por período mais prolongado; (ii) uma maior resiliência na inflação de serviços do que a projetada em função de um hiato do produto mais positivo; e (iii) uma conjunção de políticas econômicas externa e interna que tenham impacto inflacionário maior que o esperado, por exemplo, por meio de uma taxa de câmbio persistentemente mais depreciada. Entre os riscos de baixa, ressaltam-se (i) uma eventual desaceleração da atividade econômica doméstica mais acentuada do que a projetada, tendo impactos sobre o cenário de inflação; (ii) uma desaceleração global mais pronunciada decorrente do choque de comércio e de um cenário de maior incerteza; e (iii) uma redução nos preços das commodities com efeitos desinflacionários.
O Comitê segue acompanhando os anúncios referentes à imposição de tarifas comerciais pelos EUA ao Brasil, e como os desenvolvimentos da política fiscal doméstica impactam a política monetária e os ativos financeiros, reforçando a postura de cautela em cenário de maior incerteza. O cenário segue sendo marcado por expectativas desancoradas, projeções de inflação elevadas, resiliência na atividade econômica e pressões no mercado de trabalho. Para assegurar a convergência da inflação à meta em ambiente de expectativas desancoradas, exige-se uma política monetária em patamar significativamente contracionista por período bastante prolongado.
O Copom decidiu manter a taxa básica de juros em 15,00% a.a., e entende que essa decisão é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante. Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego.
O cenário atual, marcado por elevada incerteza, exige cautela na condução da política monetária. O Comitê avalia que a estratégia de manutenção do nível corrente da taxa de juros por período bastante prolongado é suficiente para assegurar a convergência da inflação à meta. O Comitê enfatiza que seguirá vigilante, que os passos futuros da política monetária poderão ser ajustados e que não hesitará em retomar o ciclo de ajuste caso julgue apropriado.
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Analista DevOps

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Vinícius Cavagnolli
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Dia a dia na Franq
Na Franq, o dia a dia é colaborativo e flexível, com equipes ágeis e bem organizadas. Valorizamos a autonomia, a troca de ideias e o aprendizado contínuo, sempre alinhados aos objetivos do time. Nossa cultura é baseada em confiança, transparência e foco em resultados.
Na Franq, trabalhamos em uma estrutura linear, onde todos têm voz e suas ideias são valorizadas, independentemente do cargo. Acreditamos que a colaboração é mais importante que a hierarquia tradicional, e que grandes soluções surgem quando todos estão alinhados e têm liberdade para contribuir. Nossa estrutura promove a agilidade e a inovação, permitindo que as equipes tomem decisões rápidas e trabalhem juntas, sem as barreiras de uma hierarquia antiquada. O foco é no trabalho em equipe, no aprendizado contínuo e na entrega de resultados.
Na Franq, adotamos a organização em squads, equipes autônomas e multidisciplinares focadas em objetivos específicos. Cada squad tem profissionais de diversas áreas, como tecnologia, design e marketing, que trabalham juntos para entregar soluções rápidas e eficazes. Esse modelo promove agilidade, colaboração e inovação, permitindo decisões rápidas e adaptabilidade às mudanças, sem a rigidez de hierarquias tradicionais. A autonomia de cada squad impulsiona a criatividade e a entrega de resultados de forma eficiente.
Na Franq, algumas equipes utilizam a metodologia de sprints, ciclos curtos de trabalho de duas a quatro semanas, focados em metas específicas. Ao final de cada sprint, as equipes revisam os resultados e ajustam as estratégias conforme necessário. Essa abordagem promove agilidade e flexibilidade, permitindo entregas rápidas e contínuas, enquanto mantém todos alinhados aos objetivos do projeto. A combinação de sprints com a estrutura de squads garante que as equipes se adaptem rapidamente às mudanças e sigam sempre em direção ao sucesso.
Na Franq, acreditamos que o crescimento vem da troca constante de feedbacks. Nossa cultura é orientada para a melhoria contínua, onde cada pessoa é incentivada a aprender, evoluir e contribuir para o desenvolvimento da equipe e da empresa. Acreditamos que feedbacks construtivos são essenciais para aprimorar processos, melhorar resultados e fortalecer o trabalho em equipe. Essa mentalidade de evolução constante nos permite nos adaptar rapidamente, encontrar novas soluções e criar um ambiente de inovação onde todos têm a oportunidade de crescer.
Dia a dia na Franq
Na Franq, trabalhamos em uma estrutura linear, onde todos têm voz e suas ideias são valorizadas, independentemente do cargo. Acreditamos que a colaboração é mais importante que a hierarquia tradicional, e que grandes soluções surgem quando todos estão alinhados e têm liberdade para contribuir. Nossa estrutura promove a agilidade e a inovação, permitindo que as equipes tomem decisões rápidas e trabalhem juntas, sem as barreiras de uma hierarquia antiquada. O foco é no trabalho em equipe, no aprendizado contínuo e na entrega de resultados.
Na Franq, adotamos a organização em squads, equipes autônomas e multidisciplinares focadas em objetivos específicos. Cada squad tem profissionais de diversas áreas, como tecnologia, design e marketing, que trabalham juntos para entregar soluções rápidas e eficazes. Esse modelo promove agilidade, colaboração e inovação, permitindo decisões rápidas e adaptabilidade às mudanças, sem a rigidez de hierarquias tradicionais. A autonomia de cada squad impulsiona a criatividade e a entrega de resultados de forma eficiente.
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A verdadeira revolução começa aqui!

A Franq não é uma instituição bancária ou agente de distribuição de qualquer tipo de produto financeiro ou securitário, valor mobiliário ou semelhantes. A Franq é uma plataforma que fornece aos nossos parceiros, os Personal Bankers, as ferramentas para a divulgação desses produtos e serviços. Toda a negociação é realizada diretamente entre você e as instituições indicadas no nosso site, sem intervenção da Franq ou dos Personal Bankers. Assim, o trabalho da Franq e dos Personal Bankers não deve ser interpretado como consultoria financeira. Seus dados financeiros e bancários são absolutamente sigilosos e não são compartilhados com a Franq ou com os Personal Bankers.

